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Obrigatórios há anos fora do país, itens de segurança vão ter presença garantida em breve nos veículos vendidos no Brasil. O Contran divulgou uma lista com equipamentos que deverão ser regulamentados nos próximos quatro anos. São itens básicos como para-choques, faróis, luzes de freio e seta, limpador e lavador de para-brisas e buzina em todos os veículos vendidos no Brasil. Para-sol, velocímetro, cintos de segurança e refletores traseiros também estão na lista.
Pode parecer exagero em alguns casos, mas no Brasil funciona assim. Retrovisor do lado direito era opcional em alguns populares até 1998, quando a lei passou a obrigá-los.
O mesmo aconteceu com a terceira luz de freio (brake light), compulsória a partir de 2009, e com os airbags dianteiros e os freios ABS em 2014.
Outros importantes equipamentos de segurança logo também estarão em todos os carros vendidos no Brasil – ainda que sejam obrigatórios lá fora há anos. Sempre há espaço para melhorar – vale lembrar que, até hoje, temos carros sem barra lateral nas portas, recurso que chegou aqui há 24 anos.
Ainda conforme o Contran, o objetivo em divulgar o cronograma é dar previsibilidade para que a indústria automotiva possa se adequar às medidas dentro do prazo.
Conheça os 13 itens que passarão a ser obrigatórios nos carros de passeio, ordenada pelo prazo estipulado (em meses) para que a regulamentação entre em vigor.

A sensação de liberdade que se tem ao andar de moto é indescritível. Após um longo período trancado no escritório ou em reuniões, pegar a sua moto e sair por aí sentindo o cabelo ao vento (claro que usando capacete) recarrega as energias para o próximo dia, e ainda traz paz e proporciona uma paisagem incrível, seja lá aonde você esteja indo.
Porém, o perigo de andar de moto é muito grande. Estudos mostram que, no trânsito, mais de 12 mil mortes de motociclistas acontecem por ano, além de outros inúmeros acidentes. Portanto, a direção defensiva para motociclistas é extremamente importante. Com isso, preste atenção nas dicas a seguir.

A prática do roubo já se tornou acontecimento comum na maioria das cidades brasileiras. Um carro é assaltado a cada 2 minutos no Brasil. Já foi comprovado que a reagir só dá certo em 10% dos casos. Culpar a criminalidade ou o estado ausente, não adianta. Mas, então, qual postura devemos tomar? A orientação básica dos órgãos de segurança é sempre pela não reação.
Precisamos ter em mente que o assaltante está em situação de estresse, a estratégia, neste momento, é não fazer movimentos bruscos ou gritar. Recomenda-se que a vítima mantenha a calma e informe ao criminoso todos os seus movimentos: se a carteira vai ser retirada do bolso ou se o cinto de segurança vai ser desatado, por exemplo.
Não tente negociar miudezas nesta hora, como ‘deixe eu ficar pelo menos com a minha carteira de habilitação ou identidade’. Não tente negociar, porque você rompe um comportamento que o bandido não espera ser rompido. Depois, ao sair do veículo, saia indo para trás que é a saída mais rápida que você tem, pela frente é mais complicado. Saia com a mão sempre visível, dê as costas para o bandido e saia rapidamente. Assim que o criminoso for embora, chame a polícia para relatar o acontecimento.

A realização de perícias a fim de recuperar veículos envolvidos em acidentes ou que foram encontrados após roubos e furtos pode demorar até seis meses, segundo apurou a reportagem de GaúchaZH. Enquanto o tempo passa, além dos transtornos para os proprietários, veículos ficam em depósitos do Detran sofrendo a ação do tempo.
O motorista de aplicativo Leonel Tisian foi vítima de assalto à mão armada e teve o carro levado por criminosos em 23 de fevereiro de 2018, em Canoas. O carro foi encontrado semanas depois, em Tupanciretã, no Noroeste. Ele havia sido clonado e vendido por meio de redes sociais. Tisian só conseguiu recuperar o automóvel na metade do mês de julho, cinco meses depois.

Quem compra um carro usado sempre quer saber qual é a quilometragem dele. Mas, se o número registrado no odômetro é incompatível com o ano do modelo, desconfie. O odômetro pode ter sido adulterado para o automóvel parecer pouco rodado e, consequentemente, valer mais na negociação.
Adulterar a quilometragem original está entre os “truques” que alguns vendedores usam para tornar “seminovos” mais atrativos, vitimando não apenas o consumidor final, mas também comerciantes que compram carros usados de outros estabelecimentos.
Leve em conta que o motorista brasileiro dirige, em média, 15.000 km por ano. Portanto, 20.000 km para um carro com cinco anos de uso, por exemplo, já levanta suspeita de fraude.
Não é simples identificar a adulteração, mas, observando vários detalhes em conjunto, o consumidor consegue saber se está sendo enganado. Algumas dicas podem ajudar a não cair nessa cilada.
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