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Sete mitos sobre o consumo de combustível

 
Desde sua introdução, a indústria brasileira realiza constantes modernizações em tecnologias e conhecimentos automobilísticos. Com isso, consegue entregar constante desenvolvimento dos veículos.
 
Um dos fatores mais observados pelos consumidores é a eficiência energética, ou seja, o quanto consome de combustível. Com o objetivo de gerar menos gastos, algumas dicas e práticas podem gerar efeitos indesejados — comprometendo a segurança do motorista, passageiros e também o desempenho de seu automóvel.
 
Para isso, acompanhe abaixo sete mitos sobre o consumo de combustível que farão suas dúvidas terminarem de vez!

1. Trocar as marchas em giros altos
Alguns proprietários defendem a ideia ­― em veículos manuais ― de que mudar as marchas em rotações mais altas garante um motor mais elástico, obedece ao ciclo de giro “natural” e proporciona maior economia a longo prazo. Isso não é verdade.
 
Nas pistas de automobilismo, os pilotos realizam a troca em regimes altos para aumentar a performance do carro como um todo, ganhando mais velocidade nas retas e curvas ― e como consequência, gastando mais combustível.
 
Para um motorista do cotidiano, “esticar” as marchas não é a melhor alternativa. Dê uma olhada no manual do seu automóvel para conferir qual é a relação correta e mais econômica de trocas.
 
Caso não consiga esses dados, especialistas em mecânica propõem mudar as marchas na faixa correspondente a 2000 e 2500 rotações por minuto. Esse pode ser um intervalo ótimo para consumo urbano, e corresponde a aproximadamente 20% de economia.

2. Abastecer com gasolina aditivada
É corriqueiro ouvir motoristas dizendo que combustíveis aditivados ― assim como os combustíveis regulares, são realizados grandes investimentos em pesquisa e desenvolvimento ― garantem melhor desempenho nos veículos e resultam em menor custo.
 
Nesse caso, os aditivos encontrados na mistura final auxiliam na química da limpeza do próprio motor. Portanto, não têm relação direta com a autonomia do veículo.
 
Entretanto, o equívoco é compreensível. À medida do tempo, um motor sujo perderá rendimento e poderá ocasionar aumento no consumo de gasolina.
 
A medida que realiza a limpeza dos componentes, o combustível aditivado acaba deixando o propulsor mais limpo e eficiente. Portanto, dá-se a impressão de maior economia.

3. Utilizar o ar-condicionado continuamente
O sistema de refrigeração de ar nos veículos se utiliza da energia do motor ― conduzida por uma correia ― para fazer atuar o compressor de ar, e, portanto, tem impacto direto no consumo. Para se ter uma ideia, o uso contínuo do ar-condicionado pode aumentar em até 20% o gasto de combustível, dependendo do modelo.
 
O que muitas pessoas pensam é que ele não tem impacto algum no consumo. Entretanto, se utilizado, na maioria das vezes, o gasto de combustível será maior. A exceção é apenas na estrada, onde o uso do ar-condicionado é sempre mais vantajoso por conta do atrito do veículo — que está em alta velocidade — com o ar.

4. Colocar ponto morto nas descidas
Muitas pessoas já tiveram a experiência de pegar um táxi e, na hora da descida, o motorista desengatar as marchas do carro e deixá-lo ir “na banguela”.
 
Além de realizar uma manobra perigosa para os passageiros ― sem o auxílio do freio motor será mais difícil realizar uma parada de emergência ―, nosso amigo taxista não estará economizando.
 
Em declives, descer com o câmbio engrenado é mais seguro e gasta menos combustível. Isso porque o veículo, ao realizar o movimento de descida com a marcha engatada, “entende” que está descendo e não precisa realizar força em excesso.
 
Como não haverá necessidade de maiores esforços de torque do motor, a injeção de combustível será cortada ― o que não acontece no automóvel em ponto morto. Assim, o seu bolso agradece!

5. Usar óleos com maior viscosidade no motor
No manual do proprietário, as montadoras procuram detalhar as características do óleo de motor ― um dos elementos mais importantes na manutenção do veículo.
 
O mito tem origem na ideia de que um óleo mais viscoso garante maior proteção para todas as peças e componentes do propulsor. Essa característica, entretanto, pode ocasionar um efeito reverso.
 
Quanto mais grosso ― fora das especificações técnicas ― for este óleo, maior a dificuldade das partes móveis do motor para trabalhar em conjunto. Com o fluido mais denso que o normal, o atrito entre as peças será maior. Elas necessitarão de mais energia para se movimentar, diminuindo a eficiência e aumentando o consumo.
 
Uma menor viscosidade dos óleos de motor pode promover ligeira melhora no controle de combustível, além de diminuir os resíduos provenientes no processo de queima fóssil.

6. Alternar combustíveis nos carros flex
Existem proprietários de veículos flex ― aqueles que são híbridos e podem ser abastecidos com álcool ou gasolina ― com a ideia de que ao revezar o fornecimento de combustível no tanque, é possível garantir maior economia.
 
No entanto, os automóveis de motorização flexível não exigem o abastecimento alternado. Eles foram criados justamente para dar maior liberdade de escolha aos motoristas, não existindo impacto direto no gasto. Então, não há relação entre revezamento de combustível e maior economia.
 
Ainda assim, é importante observar a procedência da gasolina caso tenha notado que seu veículo está com gasto acima do normal. Pode ser que a proporção de álcool na gasolina não tenha sido respeitada pelo fornecedor ― resultado de adulteração ―, fazendo você gastar um pouco mais para abastecer.

7. Ativar os dispositivos eletrônicos de segurança
Os dispositivos eletrônicos de segurança têm o objetivo de auxiliar o condutor. Em situações desfavoráveis, os sistemas eletrônicos instalados no veículo são programados para agir de modo automático.
 
No Brasil, a legislação exige que as montadoras incluam freios ABS e airbags frontais em todos os veículos novos de série. Mais à frente, será a vez de itens — hoje opcionais — como controle de estabilidade e tração.
 
Por exemplo: o controle de estabilidade evita a derrapagem durante uma curva. Já o controle de tração evita que as rodas deslizem quando se acelera em um asfalto molhado e escorregadio.
 
Entretanto, ainda existem certas dúvidas em relação a esses dispositivos. Eles realmente aumentam a demanda por combustível?
 
A resposta é não. Os dispositivos atuam em segundo plano, recebendo informações de seus respectivos sensores. Eles acionam a central eletrônica, podendo interferir nos freios ou na aceleração do veículo, diminuindo a potência do motor. De certa forma, estariam até reduzindo o consumo.
 
É necessário ficar atento às falácias relativas ao consumo de combustível nos automóveis. Existem informações verdadeiras e outras, nem tanto. O consumidor, munido de dados corretos e comprovados, conseguirá avaliar corretamente o que será positivo para o seu orçamento.

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