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Qual a importância da segurança no trânsito?
Como você se preocupa com a segurança no trânsito?
Esse é um assunto de interesse não apenas de autoridades como policiais e agentes de tráfego. Na verdade, considerando os números do trânsito em nosso país, essa é uma questão de saúde pública. Isso porque, segundo uma pesquisa do Conselho Federal de Medicina (CFM), cinco pessoas morrem nas vias públicas do Brasil a cada hora vítimas de acidentes de trânsito.
Essa trágica proporção faz com que o Sistema Único de Saúde (SUS) tenha gasto um total de R$ 3 bilhões em apenas dez anos. São números impressionantes (e tristes), que indicam claramente que a situação precisa melhorar, e muito. Para tanto, se faz necessário um amplo esforço coletivo de conscientização, já que ruas, avenidas e estradas são partilhadas por todos nós. Essa é a ideia central do debate que queremos propor. Por isso, sua leitura atenta conta muito para que o trânsito seja um lugar melhor agora e no futuro.
Qual a importância da segurança no trânsito?
Talvez você se lembre de uma campanha institucional realizada pelo governo há alguns anos, na qual outdoors mostravam imagens chocantes de pessoas acidentadas.
Independentemente de serem reais ou não, o fato é que as peças ilustravam uma realidade preocupante, que é o aumento do número de mortos nas estradas brasileiras.
Por isso, segurança no trânsito deve ser sempre um assunto prioritário.
Além da questão humanitária, também diz respeito, como vimos no início do texto, a um problema que custa caro para os cofres públicos. Não é exagero qualificar dessa forma, já que, segundo a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), mais da metade de todas as mortes no trânsito envolve pedestres, motociclistas e ciclistas, ou seja, os usuários mais vulneráveis das vias públicas.
Infelizmente, o comportamento agressivo de uma parte dos motoristas só colabora para agravar o quadro. Por outro lado, bons exemplos não faltam para provar que é possível reverter a escalada de acidentes no Brasil. Mas, antes de conhecê-los, vamos entender quais são as principais causas de acidentes rodoviários em nosso país.
4 Maiores causas de acidentes no trânsito
A folha informativa da OPAS traz outros dados de interesse para profissionais, estudantes e todos os que querem fazer do trânsito um lugar melhor. No relatório, estão os principais fatores de risco que potencializam as chances de acidentes.
Destacamos alguns deles para você.
1. Dirigir sob efeito de álcool ou drogas
Não é por acaso que existem multas pesadas para motoristas flagrados dirigindo alcoolizados ou sob efeito de substâncias psicoativas. Afinal, o uso desses entorpecentes aumenta bastante a chance de ocorrerem acidentes fatais ou com lesões graves. De acordo com o informativo da OPAS, o risco de uma colisão já existe mesmo com baixos níveis de concentração de álcool no sangue (BAC).
Ele aumenta consideravelmente quando o BAC do motorista é igual ou maior que 0,04 g/dl. Já com relação às drogas, essa ameaça é ainda maior. Estima-se que o risco de acidente com morte para com um motorista que consumiu anfetaminas é cerca de 5 vezes maior do que o de alguém sóbrio.
2. Excesso de velocidade
Segundo o mesmo estudo, o risco de morte para os ocupantes de um veículo é de 85% se ele colidir a 65 km/h. Observe que essa nem é uma velocidade tão alta assim, mas não deixa de ser letal em caso de acidente. A OPAS traz ainda outros dados estatísticos sobre a relação entre velocidade e risco de morte no trânsito. Veja:
- Cada aumento de 1% na velocidade média eleva em 4% o risco de acidente fatal e em 3% o risco de acidente grave
- O risco de morte para pedestres atingidos frontalmente por automóveis aumenta 4,5 vezes se o veículo passar de 50 km/h para 65 km/h.
Outro dado estatístico preocupante sobre o excesso de velocidade vem da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Segundo o órgão, nas estradas, essa é a principal causa de mortes no trânsito, superando até mesmo dirigir sob efeito de álcool.
Por exemplo, em 2018, conforme apurado pela PRF, a velocidade excessiva foi causadora de 6.843 acidentes em rodovias federais, dos quais 743 foram fatais. Já em 2019, os números foram menos ruins, mas nem por isso menos graves: houve redução de 1,18% nos acidentes graves causados por velocidade incompatível e queda de 12% em relação aos acidentes totais.
3. Deixar de usar equipamentos de segurança
Outro fator diretamente ligado aos acidentes fatais, no Brasil, é negligenciar o uso do cinto de segurança em carros e do capacete em motos. Um estudo da Organização Mundial de Saúde (OMS) comprovou que o risco de acidentes fatais diminui em 40% quando o motociclista está usando capacete. A redução para lesões graves é ainda maior: 70%.
Por sua vez, de acordo com a OMS, usar o cinto de segurança para motoristas e passageiros do banco dianteiro representa diminuição de até 50% no risco de morte. Esse risco é reduzido em até 45% para ferimentos graves.
Para os ocupantes do banco traseiro, a utilização do cinto reduz as lesões fatais e graves em 25% e, as leves, em aproximadamente 75%. Números tão expressivos como esses só reforçam a importância do uso dos equipamentos básicos de segurança no trânsito.
4. Falta de atenção ao dirigir
Não são poucas as pessoas que dependem muito do celular para viver, seja para o trabalho ou apenas para se comunicar com amigos e familiares. Não há problema algum nisso, desde que o uso do aparelho seja feito com responsabilidade.
Por isso, um dos erros mais graves é usar o celular enquanto dirige. E se falar ao volante já é um risco, imagine, então, responder mensagens enquanto conduz um veículo?
Segundo a OPAS, motoristas que usam celular ao dirigir apresentam cerca de 4 vezes mais chances de se envolver em um acidente.
A entidade alerta também para os riscos do viva-voz. Embora seja potencialmente menos causador de distração, esse recurso também representa uma ameaça, já que reduz os reflexos.
Como garantir a segurança no trânsito?
Como diz a famosa campanha: “No trânsito, somos todos pedestres”. Isso significa que ruas, estradas e calçadas são compartilhadas pelas mesmas pessoas. É uma coletividade e, como tal, só pode coexistir harmoniosamente quando todos, sem exceção, se dispõem a obedecer as regras e a adotar bons comportamentos.
Então, para garantir a segurança no trânsito, a única saída é cada um fazer a sua parte e, se possível, cuidar para que outros também façam. Mas é claro que cabe aos órgãos de controle legislar e fiscalizar com o objetivo de aumentar a segurança.
Nesse sentido, um ótimo exemplo de iniciativa que deu certo foi a Lei Seca. No Distrito Federal, ela reduziu o número de mortes em 52% ao longo de 11 anos na ativa.
Percentual quase idêntico foi verificado no Rio, em que a redução na quantidade de mortos no trânsito foi de 53%.
De qualquer forma, o mais importante é que todos estejam permanentemente engajados, independentemente da fiscalização. Conscientização é sempre a melhor alternativa.
Quais são os cuidados que devemos ter no trânsito?
A segurança depende não só do respeito às regras de trânsito e do bom comportamento. Um bom motorista é aquele que não só conduz de forma defensiva, mas que está atento a todos os detalhes que cercam o ato de conduzir um veículo.
Basta lembrar das aulas teóricas na autoescola, nas quais aprendemos uma série de disciplinas aparentemente sem ligação com o trânsito. Meio Ambiente, Primeiros Socorros e Noções de Mecânica são algumas delas.
Ou seja: adotar as boas práticas no trânsito é mais do que seguir as regras, porque é parte do exercício da própria cidadania. Por isso, destacamos os principais cuidados que devem ser tomados antes, durante e depois de dirigir:
- Respeitar as leis de trânsito
- Fazer a manutenção do veículo
- Só dirigir se estiver em boas condições físicas e mentais
- Nunca usar celular ao volante
- Respeitar a faixa de pedestres e dar a preferência mesmo fora dela
- Observar a distância de segurança para o veículo à frente
- Trafegar sempre dentro dos limites de velocidade permitidos.
Itens de segurança no trânsito
Não há direção segura sem o uso de equipamentos e itens obrigatórios, certo? Antes de sair de casa, é dever de cada motorista conferir se eles estão em boas condições e instalados corretamente no veículo.
Dessa forma, jamais coloque o pé no acelerador se os seguintes itens não estiverem todos ok:
- Cinto de segurança
- Airbags
- Faróis regulados
- Freios
- Apoios e encostos para cabeça
- Para-choques
- Mata-cachorro (para motos)
- Antena corta-linha (para motos)
- Capacete.
Checklist de segurança no trânsito para gestão de frotas
Empresas que operam com frotas precisam cuidar ainda mais de perto de todos esses itens de segurança que acabamos de relacionar. Isso pode ser feito por meio do checklist de segurança, no qual componentes, sistemas e equipamentos dos veículos são periodicamente vistoriados.
Pressão de pneus, estado dos freios e pastilhas e condições do óleo do motor são alguns dos itens fundamentais em um checklist de segurança no trânsito. Quer uma dica para fazer um checklist nota dez?
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Conclusão
O trânsito só melhora quando as pessoas que fazem parte dele assumem suas responsabilidades, pois a questão vai muito além do cumprimento de leis e regras.
Um trânsito mais humanizado é do que precisamos hoje e no futuro.
E você, o que pensa sobre o assunto?
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Agora só falta você dar o próximo passo. Vamos juntos?
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